Cinco tendências que mostram o futuro do papel

Publicidade impressa vs digital

O futuro do papel, e falamos aqui dos jornais, é dos temas que mais tem apaixonado todos os especialistas em e media e marketing. Expressões como “morte” dos jornais em papel são muitas vezes utilizadas para defender o fim de um ciclo nos media. Mas a questão que devemos colocar é: será mesmo assim? E a resposta da Trendone aponta num sentido contrário, acreditando esta consultora que o papel tem futuro. Ficam aqui cinco tendências que ajudam a perceber o futuro do papel.

 

A economia da atenção

Numa época marcada pelo excesso de informações, todas as estratégias devem concentrar-se em captar a atenção dos leitores. E aqui, ninguém melhor do que o papel para o fazer. Exemplos? A revista AnAnother, que juntou papel e tecnologia: um corpo de revista com uma capa que não era mais do que ecrã digital. Veja aqui:

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A convergência

Os meios impressos não são só papel. Por exemplo, há muito que a impressão se aliou e equipou com tintas inteligentes equipadas, por exemplo, com sensores de calor que podem garantir aos anunciantes muitas possibilidades de publicidade.

A visualização

O mundo do 3D e a realidade virtual permitem aos meios impressos a possibilidade de apresentar novos formatos, tanto ao nível de conteúdo como de publicidade. A prová-lo? A Volvo, que no ano passado distribuiu um kit aos seus potenciais clientes potenciais que permitia construir os seus próprios óculos 3D e experimentar, com a ajuda de um smartphone, os carros da marca.

A “outernet”

A internet das coisas lança os seus tentáculos em todos os lugares. No final do dia, há poucos lugares que resistem à própria rede. No futuro os guias de viagem serão inteligentes e adaptam o seu conteúdo com base na localização geográfica do utilizador.

Dispositivos Inteligentes

A inteligência artificial vai, garantidamente, transformar os media em algo muito mais divertido. Imagine-se, por exemplo, uma ferramenta de chat incorporado num livro que permita aos leitores começar conversas com os protagonistas desses livros ou então a mesma ferramenta incorporada em revistas que aproxime escritores e leitores.

Em resumo, as tendências apontam não para a morte do papel, mas para a complementaridade entre tecnologias inteligentes e o papel. O futuro, como sempre, nos dirá como será.