Foi social, foi live e foi em vídeo. A verdadeira taça da Champions foi para as marcas.

© The Drum

O último jogo da liga milionária é cada vez mais uma mega experiência de social media.

Se a final do ano passado foi descrita como a competição “com maior transmissão nas redes sociais”, segundo o site The Drum, o jogo deste ano poderá ter tido uma expressão ainda mais impressionante.

Em 2016, o jogo foi transmitido em streaming no YouTube e teve a cobertura do Snapchat Live Story, onde os seguidores da conta da Liga dos Campeões podiam ver imagens exclusivas de bastidores e do jogo. Paralelamente, o Facebook fez uma série de entrevistas interativas e o Twitter partilhou vídeos do jogo em tempo real, assim como pequenos momentos com os fãs.

A Liga dos Campeões tornou-se assim um sucesso nas redes sociais, com as contas oficiais a alcançar, entre as várias plataformas, um total de 75 milhões de seguidores.

Este valor é liderado pelo Facebook, onde o número de fãs chegou a 57 milhões por altura da final do ano passado, um aumento de 20 por cento face a 2015. Outras estatísticas demonstram que foram publicados 8.4 milhões de tweets sobre a final da Liga dos Campeões de 2016 e tiradas 17,000 selfies no Snapchat com o filtro comemorativo da competição da PepsiCo.

De facto, hoje em dia os fãs de desporto já não precisam de estar no estádio para assistir a um jogo, graças às plataformas de streaming ao vivo. As marcas devem por isso considerar este novo meio de comunicação e criar estratégias criativas e interessantes para potenciar os seus negócios – por exemplo, criando vídeos para o “antes e depois” do jogo, tomando partido do tráfego orgânico que estes acontecimentos geram, ou seja, indo “à boleia” de um evento como a final da Liga dos Campeões, um mercado que não precisa de grande investimento em publicidade.