Real Vida Seguros promove debate sobre “Seguros no Mundo Digital”

Encontro Anual da seguradora realizou-se a 18 de novembro, no Palácio da Bolsa, no Porto. A tecnologia como caminho para as seguradoras foi a temática em discussão.

As implicações da esfera digital e as especificidades tecnológicas que trouxeram para a vida quotidiana dos cidadãos, das instituições e das empresas está cada vez mais na ordem do dia. De modo a acompanhar esta revolução, as empresas devem mudar práticas e adaptar-se a um mundo cada vez mais digital. As seguradoras não estão imunes e, por isso mesmo, a Real Vida Seguros propôs uma reflexão sobre os “Seguros no Mundo Digital”.

O debate, que serviu de mote para o Encontro Anual da seguradora, foi promovido em parceria com o Jornal de Notícias, TSF e Dinheiro Vivo. Contando com várias figuras relevantes de vários setores da sociedade portuguesa, o evento realizou-se no dia 18 de novembro, no Palácio da Bolsa, no Porto, e foi alvo de uma ampla cobertura editorial por parte dos vários meio do Global Media Group.

Gonçalo Pereira Coutinho, presidente da Real Vida Seguros, explicou ao Dinheiro Vivo que a temática principal deste ano se justifica pelo “enorme impacto no modo de comercialização” que terá “a digitalização nos seguros”. “Pretendemos que a Real Vida e os seus parceiros estejam atualizados tecnologicamente e saiam vencedores deste processo”, explicou.

Joaquim Branco, vice-presidente da Real Vida Seguros, confirmou a aposta da companhia no caminho da tecnologia. “Estamos na era da tecnologia e isso faz com que cheguemos mais rapidamente aos clientes. Sabemos também que, por exemplo, o atendimento telefónico aponta para um caminho em que vai haver robôs a atender as pessoas. Por outro lado, também é certo que o ser humano gosta do contacto pessoal, portanto temos de perceber isso para que não haja uma robotização na relação com os clientes”.

Uma das figuras presentes no evento promovido pela Real Vida Seguros foi Pedro Lopes, managing director e responsável tecnológico da Accenture, uma empresa global especializada em consultoria de gestão. No debate centrado no “Futuro das Empresas no Digital”, conduzido por David Pontes, subdiretor do JN, Pedro Lopes destacou que estas empresas poderão ter “na Internet das Coisas e na Inteligência Artificial aliadas fundamentais”. Por outro lado, assinalou ainda que “as seguradoras devem abandonar uma lógica reativa, em função dos acidentes, para adquirirem uma política preventiva”.

O fecho da conferência foi moderado pelo subdiretor da TSF, Anselmo Crespo, no qual intervieram Daniel Bessa (ex-ministro da Economia), David Pereira (presidente da Arprose) e Paulo Ramos (vice-presidente da Yext). Neste, foi feita uma consideração aprofundada sobre a tecnologia como caminho fundamental para as companhias de seguros.