Há algum tempo que o marketing digital não sofre grandes mudanças. Claro, existem os necessários e recorrentes updates a apps, websites e os ajustes aos SEO.
As redes sociais também estão a mudar, as leis digitais estão em cima da mesa e a política de transparência de dados está a mudar a publicidade digital, tornando-se óbvio que a indústria está a passar por mudanças significativas. O Entrepreneur listou três delas:
Privacidade: Pense bem, quantas vezes entra num website e surge aquela mensagem sobre as Cookies que não lê e clica no OK para ela desaparecer? O que a página está a pedir é para monitorizar o seu percurso no website através de touch points, ou seja, pontos de contacto que deixam rasto da sua atividade página da empresa e fazem surgir os nada amados pop ups. O desafio? Ferramentas como o Ad Block, utilizadas por 11% dos internautas para bloquearem os anúncios. Muitos sites estão a cortar o conteúdo aos utilizadores destas ferramentas, pedindo que os utilizadores desliguem o Ad Block manualmente, um pedido que apenas resulta em 74% dos internautas a abandonarem o website.
Lives: Os usuários interagem melhor com conteúdo visual, por este ser mais apelativo e, no caso dos lives, interativo. Por estas razões, muitas empresas estão posicionadas para fazer desta a sua principal ferramenta de comunicação em 2018. Num inquérito realizado pelo site Livestream, 82% dos inquiridos admitiram mesmo preferir assistir a um vídeo em direto de uma marca, mesmo que este possa conter erros, do que a um vídeo produzido ou um texto num blog.
Inteligência Artificial (IA): Se acha que é cedo para falar da IA no marketing e publicidade, lamentamos, mas está a ficar para trás. A IA já está implementada no nosso quotidiano e está rapidamente a enraizar-se no marketing digital. Em todo o mundo, 58% dos diretores de marketing acreditam que as empresas terão de ser competitivas no campo da IA para terem sucesso nos próximo cinco anos. Além de estabelecer a ponte entre a ciência de dados e o marketing, esta tecnologia permite que sejam feitas análises de dados em segundo plano enquanto os recursos humanos concentram o seu trabalho noutros aspetos.