DIA 3
Anabela Luís – Jogos Santa Casa, responsável pela gestão de meios
Como é que encarou este convite para estar aqui hoje?
Com todo o agrado. É sempre um prazer estar junto dos meus parceiros, dos meus colegas e de vocês, que são um grupo espetacular em termos de dinâmica de eventos.
Como define a sua relação com o Global Media Group? É uma relação boa e de futuro?
Sim, claro que sim. Somos parceiros.
—
Kai Perini – Subdiretor de marketing operacional dos Jogos Santa Casa
A vela é um desporto de alta competição. No seu dia-a-dia, a competição também tem um papel importante?
A nível profissional estamos sempre a correr. Todos os dias, atrás das propostas, dos planos de campanha de media e publicidade.
E o Global Media Group ajuda nessa corrida diária?
Sim, claro. Somos parceiros, trabalhamos em conjunto. É uma relação de confiança.
—
Isália Barata – Diretora de Marketing da SAGE
O que é que está a achar deste evento?
Estou a achar um máximo.
E sente a portugalidade que a regata procurava fazer sentir?
Sinto e acho que conseguiram marcar a diferença. Podiam ter um bocadinho mais de Portugal, mas está tudo muito no espírito.
E qual é a relação da SAGE com o GMG?
Nós vamos ser, pela segunda vez, parceiros da Money Conference. É uma relação que resultou muito bem na primeira vez e que agora vamos querer repetir e que esperemos fazê-lo por mais edições.
Tendo em conta que a SAGE está relacionada com o mundo do empreendedorismo, há sempre um ambiente muito competitivo, tal como numa regata. Como é que a SAGE lida com a competição e com a pressão?
Lidamos bem, porque não temos outra forma de estar. Por acaso é engraçado, internamente fazemos a analogia face às vendas e ao atingimento dos objetivos sempre com uma regata. Os nossos powerpoints têm sempre uma regata e o facto de trabalhar todos em conjunto em situações adversas também contribui para essa analogia.
—-
Pedro Gonçalves, diretor de vendas e marketing da Kia Portugal
O que é que está a achar do evento?
O tempo está perfeito, o enquadramento é fantástico, acho que não há melhor vista que esta, portanto, tem todos os ingredientes para ser um evento espetacular.
Qual é a relação da Kia com o Global Media Group?
O GMG é um veículo de comunicação que nós utilizamos e com bastante eficácia, portanto, somos clientes do Global Media Group.
Este desporto é altamente competitivo. O Pedro deve saber alguma coisa sobre competição.
Não sobre este desporto, mas no nosso meio sim. Há muita competição. Muita mesmo. Passamos a vida a competir.
E como lida com a pressão?
Muito bem. Adoro pressão. Até estranho quando não há pressão. Já são muitos anos.
—-
Joana Garoupa, diretora de comunicação e marca da Galp
O que é que está achar deste evento?
Ainda estou a imbuir-me do espírito, mas tudo o que esteja relacionado com mar e sol só pode ser energizante e, portanto, enquanto Galp, só posso dizer que estou supercontente por estar aqui e fazer parte deste espírito tão positivo.
Sente aqui a essência portuguesa?
Na sua totalidade. Aliás, tudo o que tem barcos e mar… Acho que o evento capta tudo isso de uma vez só.
Qual é a relação que a Galp tem com o GMG?
Enfim, temos várias relações. Temos relações comerciais, temos relações emocionais. Somos vizinhos, portanto, diria que temos uma boa confraternização e uma boa parceria.
Como é uma área de energia, também há uma energia mais competitiva, tal como na regata, onde há competição. Como é que lida com a competição na Galp?
Muito bem. Aliás, nós achamos que a competição só traz coisas boas, porque significa que nos obriga a ser melhores naquilo que fazemos. Estamos mais virados para aquilo que o cliente e o consumidor precisam, estamos mais focados naquilo que efetivamente faz a diferença na vida das pessoas. A energia cria energia e o que nós queremos é proporcionar energia, para que as pessoas possam usufruir das coisas boas da vida, como por exemplo: esta regata.
Por falar em energia, qual é a relação da Galp com o mar?
Enquanto uma empresa de base portuguesa, diria que há uma relação intrínseca. Nós temos alguns projetos, nomeadamente, de investigação geológica bastante apurados, não só com o mar português, mas também com o mar dos países onde estamos, como Brasil, Moçambique e Guiné. Os recursos marítimos são recursos fortíssimos do nosso país, tudo o que possamos trazer de conhecimento nessa lógica, queremos ter uma participação ativa e queremos ainda aumentar esse nosso envolvimento com o mar.
—–
José Manuel Cardoso, CEO da Wavemaker
O que é que está a achar do evento?
Acho que, primeiro que tudo, é uma iniciativa fantástica do Francisco Melo e Castro, que consegue juntar em Portugal esta regata e que se associa, não só ao dia da implementação da república, que é no dia 5 de outubro, como consegue, num spot tão bonito como este, juntar todo este ambiente magnífico que estamos aqui a viver.
Tendo em conta que a Wavemaker está no mercado, presumo que seja um ambiente muito competitivo.
O ambiente é competitivo, mas também é saudável. A concorrência é sempre uma coisa bem-vinda.
DIA 4
Paulo Mateus Calado – Administrador da SAS
O que é que está a achar deste evento?
É sempre interessante. Esta ligação ao mar, para nós portugueses, mexe sempre connosco e em particular hoje, que está um dia fantástico.
A Sociedade de Apostas Sociais está muito ligada ao desporto, portanto, faz sentido estar aqui.
Está completamente ligada ao desporto. Faz todo o sentido estar aqui. Estamos aqui apenas como convidados, mas obviamente aceitámos, porque é um momento também de confraternização e também um momento em que podemos, no fundo, perceber o que se está a fazer de melhor em Portugal, neste momento.
E por falar em confraternização, qual é a relação que a SAS tem com o Global Media Group?
Nós temos uma parceria, desde o início da nossa atividade, que foi iniciada agora no dia 11 de, mas tem corrido bem, nomeadamente, com as ativações que fizemos no Roadshow do Mundial, para demonstrar o que era o nosso produto e a nossa marca pelo país, em oito cidades do continente.
—-
Carla Bento dos Santos – Responsável pelo Marketing de empresas e negócios no Santander
O que é que está a achar deste evento?
Para mim, é uma surpresa, porque são poucos os eventos que têm este registo e a marca Global Media está associada a ele. Com toda a certeza, traz notoriedade e posicionamento junto dos seus parceiros e clientes. Porquê? Pela forma como está organizado – uma forma descontraída mas com prestígio. Acho que é uma iniciativa bastante interessante e que proporciona networking entre as várias partes.
Por falar em parceiros, o Santander procura muito estabelecer proximidade. Estou correta?
Sim, é verdade. Um dos valores do Santander, um dos principais valores, é a questão da proximidade. É a questão da relação. É a questão de ser relevante para os seus clientes e acrescentar valor no seu dia-a- dia, na sua atividade. Vai muito mais além do que a oferta dos produtos e serviços que temos. Entendemos que o banco possa fazer e marcar a diferença por defender estes valores.
Por falar no estabelecimento de relação, qual é a relação que o Santander tem com o GMG?
É precisamente a relação que o Santander tem com os seus clientes. Nós olhamos para os nossos parceiros não como os fornecedores. Os negócios tem de ser win-win, não é? Têm que ser bons para o meu fornecedor, para o meu parceiro, assim como também têm der interessantes para mim, enquanto cliente. Portanto, eu vejo o GMG como uma extensão da minha equipa e não como um fornecedor.
Todas as dinâmicas que nós temos tido são muitas, principalmente do ponto de vista editorial, onde existe uma necessidade de ter uma relação próxima no dia-a-dia. Há necessidade de ter este entendimento, de entenderem o ADN da marca, de entrarem na marca, apesar de não estarem fisicamente dentro do Santander e isso só de faz se tiverem as pessoas certas e que tenham vontade de fazer diferente e isso vocês têm.
—-
Ana Pinho – Responsável de marketing da Prio energy
O que é que está a achar do evento?
Acho que está a ser muito agradável, muito descontraído e animado. Parece-me que está a cumprir com a função de promover a regata.
Um dos motes da regata de Portugal é a sustentabilidade e a Prio também está relacionada com essa temática. Como é que a Prio está a desenvolver a sua política de sustentabilidade?
A Prio tem um grande projeto na área da sustentabilidade que é a utilização de óleos alimentares usados para a produção de biodiesel. Neste momento temos a nossa fábrica de biodiesel a operar a 100% com óleos alimentares usados e, desta forma, conseguimos evitar que os óleos vão para o mar e poluam a água. Desta forma estamos também estamos a promover a economia circular ao fazer a recolha.
Tendo em conta que estamos a falar de um sistema circular – onde há sempre uma relação – qual é a relação que a Prio tem com o Global Media Group?
Acabamos por ser clientes e também parceiros, sempre que existe essa.
DIA 5
Ricardo Tomaz – Diretor de comunicação da SIVA
O que é que está a achar deste evento?
Acho que é muito descontraído, que é exatamente o posicionamento que devia ter. Apesar de manter a sofisticação, tem uma grande dose de descontração. Vou dar um exemplo do que estou a dizer: acho que esta tenda onde nós estamos é absolutamente fantástica. É fantástica. O facto de os suportes serem em madeira, o desenho da tenda…é exatamente o que eu esperava encontrar à beira do mar num evento deste tipo.
A sofisticação também está ligada ao âmbito automóvel, tal como a competição, que também existe aqui na regata. Como é que lida com a competição?
Nós vivemos num mundo muito competitivo. A competição é necessária para nos fazer avançar, naturalmente. Em termos desportivos, acho que é o que alimenta o desporto. Neste caso aqui, provavelmente, também, o que traz estas centenas de pessoas que estamos a ver à nossa volta.
Há pouco falou de descontração. É assim que descreve a relação que tem com o GMG?
Não é só de descontração. A nossa relação (SIVA) com o grupo Global Media é uma relação de grande profissionalismo e de grande confiança mútua. Nós temos feito, ao longo destes anos, projetos espetaculares em conjunto. O Lisbon Mobi Summit foi um deles, por exemplo. Que grande projeto esse! É um grupo com o qual contamos manter esta relação muito win-win, confiança e de construção comum. Eu acredito muito que os grandes anunciantes se devem encontrar com os grandes grupos de media e falarem diretamente, construírem coisas em conjunto. E é isso que nós temos sabido fazer e que espero que continuemos a fazer.
—
Miguel Serrão – Head of Digital do Havas Media Group
O que é que está a achar deste evento?
Bastante interessante, estou expectante com a parte do barco e da regata.
Tendo em conta que está numa agência de comunicação, convive com muita competição e pressão. Como é que lida com isso?
Bastante bem. Faz parte do trabalho.
E qual é a relação que a Havas tem com o GMG?
Bastante boa. Temos uma relação de parceria e bastante proximidade. A nossa relação é ótima.
DIA 7
Pedro Baltazar – Fundador e Presidente da Nova Expressão
O que é que está a achar do evento?
Estou a achar surpreendente. Muito mais positivo do que a minha expectativa. Trouxe a família hoje e estou a achar um grande spot, um grande sítio.
Tendo em conta que a Nova Expressão está relacionada com o mundo da banca, está sempre a lidar com pressão, com competição. Como é que lida com isso?
Como é que eu lido com a competição? A base da vida é que nós temos de ser, por um lado, melhores que os outros no sentido competitivo e por outro lado, temos de ser boas pessoas. É a competição da vida. Da parte de sermos boas pessoas podemos fazer um esforço maior do que aquele que é necessário para sermos mais competitivos em termos empresariais. Agora, nós precisamos de competir, até porque Portugal, embora tenha este clima e estes sítios, é um país muito pequeno, que tem um mercado muito redutor e nós precisamos de pensar mais alto do que o normal.
E qual é a relação da Nova Expressão com o Global Media Group?
Nós somos clientes, parceiros há 28 anos. Temos uma excelente relação. Acho o Global Media um excelente grupo. Gostava até que tivessem mais intervenção no mundo mediático, mas têm feito um bom caminho e perceberam que o digital é o futuro e auguro que o grupo vá continuar a crescer.
—
Pedro Loureiro – Responsável pela MediaGate
O que é que está a achar deste evento?
Fantástico. O sítio é fabuloso, o dia está ótimo, as regatas são muito giras, a comida é fantástica… estou a adorar!
Tendo em conta que a MediaGate gere meios de comunicação social, está habituado a um pouco de competição, tal como numa regata. Como é que lida com a competição e com a pressão?
A competição é ótima, porque nos faz crescer. É sempre um fator positivo e a pressão faz parte da competição e, hoje em dia, faz parte das nossas vidas. Temos que nos habituar à pressão. Não é um fator negativo. Existe e temos que viver com ele.
E qual é a relação da MediaGate com o GMG?
Somos parceiros. Nós compramos espaço ao Global Media, portanto, planeamos para os nossos clientes e contamos com o Global Media com quem temos as melhores relações. Não só a nível do espaço, mas também a nível editorial, a nível de eventos. Temos uma relação muito privilegiada com o GMG.